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O ônibus garante o transporte diário de 2 milhões de passageiros na Região Metropolitana do Recife. Quando há depredação, muitos são prejudicados, pois além de provocar um alto prejuízo financeiro, a depredação e os danos aos coletivos comprometem a operação do sistema, reduzindo a frota de veículos e, consequentemente, a oferta do serviço. Ou seja, aumentando o intervalo das linhas.

"A população está mais consciente em relação à depredação do transporte coletivo e os números mostram uma leve redução. O custo decorrente das depredações e vandalismo do transporte público acaba sendo repassado ao cliente. Ele é penalizado de duas formas: primeiro, porque fica sem o ônibus por dias e porque todo o custo de reposição das peças vai pesar quando o reajuste da passagem for discutido. Ainda temos muito que avançar nessa conscientização", argumenta Kátia Filizola, diretora da consorciada Rodotur.

De fato, os números do sistema mostram que a depredação do transporte público na Região Metropolitana do Recife tem diminuído nos últimos anos. Credita-se a redução à consciência dos usuários, que a cada dia entendem mais a dimensão e a consequência dos danos. Mas ela ainda é presente, especialmente em dias de clássicos de futebol e em eventos populares, como o Carnaval. "Como o uso do transporte público nas festas tem sido cada dia mais disseminado entre a sociedade, devido à consciência de não misturar álcool e direção e pela oferta de linhas especiais, o usuário mudou. Mas ainda temos um longo caminho a percorrer para evitar, pricipalmente, os pequenos danos, como é o caso do passageiro que risca o ônibus ou força a porta até quebrá-la, por exemplo", lembra Kátia Filizola.

A depredação do sistema BRT é ainda mais grave por causa do custo superior ao sistema convencional e da dificuldade de reposição das peças. Por ser um transporte diferenciado - mais moderno e confortável, com veículos e estações refrigeradas - tem um custo também diferenciado. Além do alto valor das peças, existe um outro prejuízo que não tem preço no caso dos BRTs: o tempo para reposição dos equipamentos. Nesse período, muitas vezes o ônibus tem que ficar parado, fora da operação.

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